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fev
20
2009

criativamente

É com prazer que anuncio a volta do criativamente.com, blog mantido pelo camarada RafaelTatu, designer de mídias interativas. Como ele mesmo dizia, está duca! acessem: criativamente.com

Postado por Danilo Freitas

fev
10
2009

A algum tempo vemos surgir, ante todo núcleo acadêmico uma densa discussão em torno de seu desempenho. Sobre a postura da instituição, do corpo diretivo ou do professorado perante as propostas de ensino.
De um lado vemos os alunos, eternos reclamantes do outro vemos o corpo docente com sua mesma postura a longos e incansáveis anos, tecendo seu já conhecido discurso.
Vejam bem caros leitores, farei citações a ambos e ao conjunto, pois a verdadeira intenção deste artigo é sobre todas as coisas a imparcialidade, a busca de uma reflexão sobre assunto de tamanha importância. Por isso, não julguemos nem determinemos vilões ou heróis, apenas pensemos.
Durante uma de minhas caminhadas virtuais pela mais globalizada das vias, encontrei um documentário qual tratava exatamente deste assunto. A folha que sobrou do caderno é uma obra documental de grande valor, e muito bem produzida pelos colegas do Estúdio Boana e que me inspirou, dentre outras coisas, a escrever este artigo.
O Brasil, ou melhor, o mundo atual encontra-se em um momento onde suas fronteiras são meros grafismos em um mapa, questões burocráticas de cunho político e organizacional. Fronteiras tais, cuja a transgressão de seus territórios permite-nos o acesso a diversas informações com meros cliques. Estamos em um momento onde a tecnologia evolui a cada segundo, onde culturas se mesclam e onde o design (afinal essa é a pauta)  exerce o papel fundamental de mediador. Como um termômetro cultural, contribuindo para com a indústria e a formação de repertório de todo uma sociedade. Porém, este exercício evolutivo está sendo calcado e assim como o design e o mundo evoluem, suas bases invariavelmente também devem faze-lo. E qual o principal alicerce de uma sociedade senão a educação?
É então que chegamos ao ponto X da questão.
Podemos facilmente detectar diversos problemas na estrutura educacional das instituições de ensino, particulares ou não. Temo-nas como mediadoras de um processo qual deveria mostrar-se uno, cuja principal função deveria ser a troca de conhecimento. A reciprocidade.
Temos em diversas instituições uma postura tal como a que já era adotada a anos atrás, uma receita a princípio imutável de ensinar o design. Por vezes nem mesmo uma estrutura adequada é, ou não pode ser cedida aos alunos e professores. Laboratórios deficientes, salas de aula sob modelos que eram usados na época das primeiras turmas de designers em formação. Infra-estrutura e acesso restrito, são com certeza pontos a serem questionados. Mas seriam estes os únicos? Bem, como a postura intocável e por vezes antiquada dos professores em sala? Claro…que não!
Na realidade não podemos ser generalistas, pois sim, existem casos ( na grande maioria, tecendo agora minha singela opinião) de professores que cumprem com excelência seu papel. Tenhamos como óbvio, que assim como o design desenvolve-se com absurda rapidez e ferocidade. Seus métodos de ensino, seu suporte e a instituição como um todo deve seguir seus passos.
Porém do outro lado temos o corpo discente. Ah! Os alunos…
Os alunos muitas vezes se colocam em seu lugar, em sua mesa, onde aguardam como espectadores formulas para todos os problemas. Esquecem que inerente a posição de aprendizes, está o questionamento e a pesquisa.

“ A Universidade tem  obrigação de formar cidadãos, que entre outras coisas devem ser capazes de exercer uma profissão.” (Professor Ari Rocha, A folha que sobrou do caderno)

Infelizmente o comodismo, é uma máxima (novamente ressalto, com devidas exceções) notada no colegiado que habita as salas de aula atuais. Esta infelizmente é uma característica impressa no caráter do cidadão contemporâneo. Por diversos motivos alheios que não deverão ser citados neste momento, porém que existem. Motivos e facilidades incorporados de forma distorcida pela sociedade.
Por isso muito antes de apenas criticarmos a instituição devemos pensar no conjunto aluno, instituição e docente como uma grande engrenagem, e perceber que as mudanças devem ser antes de mais nada internas!

Confira abaixo o video produzido pelo Estúdio Boana:

A folha que sobrou do caderno

Postado por Douglas Fernandes

fev
10
2009

baja_1

Ser designer é reconhecer a problematica, entender que nem sempre dá pra ser hight-tech. O designer Frensh entende exatamente o que eu disse. Com seu projeto futurista, porém possível em nosso tempo, ele proporciona uma solução para resgates em terrenos onde os combustíveis são escassos. Outro ponto importante é o aproventamente das peculiaridades regionais.

Postado por Danilo Freitas
fev
5
2009

korone_02

Fazer algo funcinal, e realmente inovador com uma garrafa d’agua não é tão fácil, quem já fez projetos envolvendo recipientes para água entende o que estou falando. Porém, os designers RKS Design, como em tudo que fazem, supreenderam com o desenho intrigante da garrafa KOR ONE, mas é claro que esta garra não é só isso, há tecnologias envolvendo usabilidade e sustentabilidade.

Veja mais sobre a KOR ON

korone_01

korone_03

Postado por Danilo Freitas
fev
4
2009

Quem não se sentiu um completo idiota quando o triangulo de segurança do carro é derrubado pelo vento? É incrivel como algo tão antigo, até então não tenha sido modernizado.

lumitic

O designers Sung-Hun Shin, Ji-Hyun Park & Choul Goo Lee resolveram o problema com o Emergency Hazard Lights Better Than Flares,  o equipamento de segurança que realmente cumpre o que promete. Sinalização em autopistas de forma ágil e funcional.

lumitic3

lumitic5

Postado por Danilo Freitas
fev
4
2009

motivo

Motobécane Motivo – Miguel Ángel Iranzo, um designer que consegue fazer a ponte entre materiais  novos e antigos, afastando o  aspecto sintético que esperamos no futuro próximo. A luz amarela, os detalhes em madeira sintética, e o desenho que lembra um antigo aquecedor de ar, carregam sua bagagem com muito conforto.

motivo2

Postado por Danilo Freitas
fev
3
2009

sumopaint

A muito que eu não empolgo tanto com um post. Mas isso é realmente fantástico, é a prova de que o mundo irá girar será 100% online. O Sumopaint é uma aplicação construída em Adobe Flex, tecnologia que provavelmente substituirá os computadores convencionais. Totalmente multiplataforma, não é necessário instalar e é realmente muito poderoso.

Tantos os trabalhos produzidos quanto o próprio software são fantásticos, vale conferir em: http://www.sumopaint.com/web/

Essa dica foi do Rafael Tatu

Postado por Danilo Freitas
fev
2
2009

Extintor de incêndio por: Sigrun Vik

É realmente incrivel o que se pode fazer com um bom exercício de instropecção. Aposto que ninguém imaginou um extintor de incêndio como este.

Além do desenho magnífico, este extintor se conecta a rede de alarmes de incêncio, transmitindo informações para a central.

O designer é Sigrun Vik, e vale a pena conferir outros trabalhos dele: http://sigrunvikdesign.com

Postado por Danilo Freitas
fev
1
2009

Após muita luta contra o tempo, eu parei para fazer um layout novo….. Esperem que goste… Este ano teremos mais posts….

Abraço a todos… critiquem por favor!!!

Postado por Danilo Freitas
    None Found
jan
28
2009

Design não é arte
Mais uma vez caros leitores, venho por meio desta expressar minhas oposições deliberadas.
Há muito venho me incomodando com as tendências mercadológicas, o que em suma te traduz na “moda” (ou fixo, melhor dizendo) que deve ser seguida para que o cliente aprove o job, visto que atualmente o consumidor brasileiro está ouvindo e comprando a palavra design, mas no entanto ele quer pagar  por uma arte muito bem feita.
Para o design de produto é menos turbulento, já que o contratante geralmente entende o que é um trabalho de design – já se tratando de gráfico, em todas as vertentes, temos que concorrer com as artes visuais, ou seja, com peças que expressam apenas uma função estética.
Vamos agora culminar o meu apedrejamento;
Design é a disposição comercial onde pode-se empregar, além de outras constantes e variáveis, atributos artísticos – que devem ser obrigatoriamente  atrelados ao contexto conceitual.
Hoje há uma corrente a favor do design estritamente voltado a interações culturais. De certa forma isso é interessante, mas nos prende em uma relação de tempo/espaço, onde ficaremos confinados ao estilo, e desta maneira nos obrigando a trabalhar dentro dos padrões mercadológicos. Design não é arte

Postado por Danilo Freitas
desenvolvido pelo Estúdio Ziper
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Estudio Ziper - Interactive Design

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